uma segunda carta ao editor..

caro edu..

o artigo copiado, colado, creditado, hiperlincado e rabiscado no giz de cera que finaliza as tarefas do meu dia, expressava as incoerências dos tratamentos do trabalho da prostituição infantil no nordeste desse brasil. me encontro procurando água. correnteza de pensamento. perde-se rápido onde e o que se procura. fortaleza é defesa de canhão de bala. engasgada na estatística do produto interno bruto. transparência rasgada do relato antropológico sobre a experiência da vida..

vida demanda muito mais do que essa navegação de pensamento. luminosas palavras que atravessam mar. por onde for. estará.. o transe, a rebeldia do louco, a alegria de perceber-se pai, a paixão da mulher e o gosto pelo batuque.. de repente estou no federal bureau of investigation. contato-o: – hello, budy.. do you want to be my friend(interrog.).. é a falta que me faz um editor. assim lhe mando essa segunda carta aberta. jeito nosso de coexistir..

abreijos, yoda..


About this entry