monólogo de introdução (rascunhos de palavras ao vento em um dia de verão)

a curiosidade de saber o que me prende, o que me paralisa, liberta, movimenta, o pensamento. simples observação do acaso do canto do mundo. recife conecta a palavra e o batuque, de batuque, que batuque, alegra a alma, o corpo e me encontra o chão. estremecer a idéia era, é tempo de caminhar, andar. subir no barulho, do batuque, que batuca, no balanço do amar..

poesia que se lê e não se entende. que se ouve, causa estranheza. que se veja faça-se certeza. e converta a razão que nunca se sentiu despedaçar os espelhos do que institui a reflexão. o saber da filosoporria. coroa e trono. e a chibata..

arreia cicatrizes da histórias, todas as veias abertas. américa latina, são vicente conecta o conto do descobrimento de nós memos enqüanto todos. assim um dia a paz na terra contiinuará perturbando a agonia, o todo dia, livre de se fazer o que crer..

assim falou um dia, assim repetimos a noite. o choro de misericórdia da invejaria, o julgamento do julgar. deixo de deixar. só vontade de gritar. e regorgito pedacinhos de quilobaites em defesa da justiça e do bem estar..

os outros. o eu mesmo. a projeção inacabada dos seres. senhores, a verdade. a verdade é que não haverá. verdade. tremenda vontade de contar. pois então já não seria verdade. seria apenas vontade de direito do autor..


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